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Campeonato Brasileiro

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Amanhã começa o maior campeonato nacional do mundo! Não, não é o espanhol. É o Brasileirão mesmo! Alguns irão dizer que sou louco, mas eu explico.

É lógico que tecnicamente o Campeonato Brasileiro não é o melhor do mundo, mas digo que certamente é o mais disputado! Em que campeonato nacional pelo mundo você tem 12 favoritos antes mesmo de começar a disputa? Esse ano serão 11 já que o Botafogo está na segundona, mas mesmo assim, são muitos times grandes e tradicionais na disputa, creio que isso faz o nosso campeonato bem interessante de se ver. Além disso, 4 vagas na série B, deixam mais times desesperados contra o rebaixamento, fazendo emocionante também a disputa para os times menores.

Uma breve análise do nosso tradicional torneio com direito a palpites. Sempre tendo em mente que o primeiro e o segundo turno são bem diferentes, então só dá pra ter uma idéia do que vimos até aqui. No meio do ano provavelmente os times vão comprar e vender jogadores, e se apresentarão diferentes no fim da janela de transferências.

Os times que estão na Libertadores estão um passo a frente dos demais. Corinthians, Inter, Cruzeiro, Atético MG e São Paulo tem os melhores times do Brasil. Juntam-se a eles Palmeiras e Santos finalistas do Paulistão. Creio que o campeão deve sair de um desses times.

No segundo pelotão vem o Vasco, campeão carioca, junto a Flamengo, Grêmio e Fluminense. São bons times, mas não creio que vão brigar pelo título num primeiro momento. Talvez com reforços no meio do ano possam surpreender e brigar por uma vaga na Libertadores, mas a tendência é que fiquem entre o 5º e o 10ª lugar.

O terceiro escalão vai ter Goiás, campeão goiano, Joinville, Ponte Preta e Sport. Esses times dificilmente serão rebaixados, mas precisam ficar de olho. São times que vão se aproveitar bem do mando de campo, atrapalhar times maiores, mas não terão força suficiente pra brigar na parte de cima da tabela.

No ultimo grupo a galera que ficará ameaçada pela degola. Coritiba, Atlético Paranaense, Avaí, Figueirense e Chapecoense. Pelo menos 2 desses times vão ser rebaixados. Times que não tem grandes jogadores, mas que com bom trabalho dos técnicos e alguns reforços no meio do ano podem até conseguir salvação.

Vamos ver quantos eu acerto dessa lista? Nesse meio tempo vamos curtir as emoções do Brasileirão e claro, acompanhar o Atletas no Ar.

Aquele abraço,

Fábio Marques

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A situação do Botafogo é tão complicada, mas tão complicada que a esperança de não cair pra segundona é Jóbson.

Com somente 26 anos, ele coleciona polêmicas. Foi e voltou do Botafogo sem se firmar depois da grande temporada de 2009.

Uma vez uma pessoa muito sábia me disse que para avaliar um profissional, precisamos ver 3 aspectos: Conhecimento, Habilidade e Atitude. Onde conhecimento é o quanto se sabe sobre determinado assunto, habilidade é como se coloca em prática esse conhecimento e atitude é relativo a comportamento na prática de determinada função.

Pois bem, Jóbson tem conhecimento de futebol. Sua habilidade está um pouco enferrujada pelo longo tempo sem atuar com frequêncua, mas sabemos que ele pode atingi-la ao máximo. O medo está mesmo na sua atitude.

Nesse momento Jóbson está muito comprometido com a causa do Botafogo. Ele quer mostrar seu valor depois de muitas pisadas na bola, então se dedicou nos treinos, emagreceu, correu muito no jogo de domingo e mostrou que pode ser útil.

Mas até onde isso realmente vai? Não estou querendo deixar o torcedor do Botafogo cismado. Isso ele já é por natureza. Mas será que toda essa pressão de salvar o Botafogo deve ficar mesmo em cima de Jóbson? Estamos falando de um cara que teve problemas com drogas, faltas a treinos e indisciplina.

Sinceramente quero muito ver o Botafogo fora dessa situação. E quero também que o Jobson arrebente e volte a ser o jogador que encantou os cariocas há alguns anos. Mas temo que toda essa pressão faça mal e gere exatamente o contrário. O Botafogo é o último lugar a aceitar o Jóbson. E só está aceitando porque vive um momento de crise e está muito necessitado. Nem o torcedor, nem a diretoria queriam contar com ele. Mas o desespero é tão grande que as fichas estão todas no cara que mais deu dores de cabeça a diretoria nos últimos anos.

Que seja ele a solução e não mais um problema.

Aquele abraço

Fábio Marques

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Essa semana ao ver o jogo, os lances e a repercussão do jogo entre Santos e Corinthians me veio a cabeça aquele velho dilema: O que é melhor, jogar bonito ou jogar pelo resultado?

Pensei nisso porque a equipe do Corinthians na minha opinião, é um bom exemplo dessa questão nos últimos anos. Já que, mesmo tendo um excelente time e ótimo elenco não mostra na prática um futebol bonito. Você pode até questionar o que é de fato o “futebol bonito”, mas esse é outro assunto.

O Timão vem mostrando desde a era Tite, que nem sempre um bom time joga bonito para conquistar títulos. No inédito título da Libertadores em 2012 por exemplo, o clube paulista tinha diversas boas opções, principalmente do meio para o ataque. No meio tinham Ralf, Paulinho, Danilo, Alex e Douglas; na frente tinha Emerson, Willian, Elton, Romarinho e Jorge Henrique, nomes que dão ao técnico opções e possibilidades de praticar um belo futebol. Mesmo assim, era um time que marcava muito, tinha muita disposição e não conseguia ser brilhante.

O time de 2014 me passa a mesma impressão, tem vários jogadores de qualidade como o remanescente Ralf, Elias, Petros, Jadson, Renato Augusto, Danilo, Lodeiro, Romero, Guerrero, Romarinho… Eles nos trazem uma expectativa de assistir um bom jogo, mas até agora vem mantendo o mesmo modo de jogar. Não no esquema tático, mas mostrando que podia muito mais e no entanto passa a impressão de jogar pelo resultado, principalmente quando joga fora de casa.

Por mais que possa parecer, tudo isso não é uma crítica ao Tite e nem ao Mano Menezes, gosto dos dois, mas vejo que essa postura é por conta da experiencia deles em saber que no Brasil não existe tempo de longo prazo para nenhum treinador. O mesmo caso de Muricy Ramalho em 2011 no Santos. Ele tentou usar uma formação com os atletas que tinha na época, e fez o time jogar bonito, é só lembrar o jogo histórico entre Santos e Flamengo na Vila que terminou 5 à 4 para os cariocas. Aquele time tinha Arouca, Henrique, Ibson, Ganso, Neymar e Borges na frente. Fizeram apresentações de muita qualidade, mas não trouxeram resultados práticos, e Muricy esperto que é tratou de mudar para uma formação mais segura na marcação.

Diretorias, torcidas e até a imprensa cobram resultados rápidos demais, cedo demais. Os cartolas em sua maioria cobram sem poder, já que são amadores e grandes responsáveis pelas crises internas dos clubes; a torcida cobra por não gostar de ver seu time perdendo e por não aceitar passar um ou dois anos de reestruturação sabendo que não vão comemorar um título; e a imprensa? A imprensa cobra porque gosta de ver o circo pegar fogo, trocas rotineiras de técnicos geram muita notícia.

Eu sempre vou torcer pelo bom futebol, pelo drible, pelos gols, pela arte; mas sei que o futebol “moderno” não deixa muito espaço para isso. Uma pena.

Valeu galera,

Jorge Max Jr.

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Alexandre Pato surgiu no futebol em 2006, com apenas 17 anos. Foi colocado pela mídia e torcida como uma das grandes revelações do nosso futebol na década passada.

Foi vendido ao Milan com status de grande craque. 24 milhões de Euros. Na época a segunda maior transferência de jogador brasileiro, só perdendo para Denilson.

Uma confiança enorme enorme foi depositada em cima desse jovem jogador e agora 8 anos depois, ele ainda não conseguiu deixar de ser uma promessa.

Digo promessa não por conta da idade, mas porque ainda não conseguimos ver todo aquele potencial de 2006 se transformar em um grande craque. Nesses anos ele colecionou lesões e alternou momentos ruins com atuações medianas.

Como todo jogador brasileiro, quando a crise técnica e física chega na Europa, ele volta ao Brasil para tentar se reerguer. Mas não foi isso que aconteceu. No Corinthians não justificou, no São Paulo ainda não mostrou serviço, até ontem…

2 gols e uma belíssima atuação contra o Vitória. E nós começamos a nos perguntar: será que dessa vez o Pato vai desencantar? Sim, fazemos essa pergunta baseados na carência de grandes craques do futebol brasileiro. No fundo, no fundo, queremos que o Pato volte a ser aquele moleque atrevido e goleador de 2006, e por isso a cada vez que ele faz uma grande partida a questão volta a pauta das rodinhas de conversa.

Existe uma teoria muito interessante de alguem na ESPN que não me recordo quem é agora. Ela diz que todo jogador vive somente um grande auge em sua carreira. Para alguns esse auge é mais duradouro, para outros ele é mais breve. Nessa teoria, o jogador joga em algum momento de sua carreira mais do que ele normalmente consegue jogar. Com isso, o restante de sua carreira é baseada naquilo que foi feito temporadas atrás. O jogador nunca mais alcança aquele nível técnico, mas continua vivendo, jogando e trocando de clube com sua fama.

Essa teoria explicaria casos como Hernane “brocador” artilheiro do Brasil e Carlos Eduardo pelo Flamengo, terem tidos lados opostos em suas passagens pela Gávea. Explicaria também o caso de Carlos Alberto, hoje no Botafogo, com passagens por grandes clubes até fora do Brasil, mas sem repetir as atuações que o fizeram conhecido.

Não acredito que seja o caso do Pato, embora ele constantemente fique tentando me provar o contrário. Pato tem um talento acima da média, mas misteriosamente não consegue manter isso durante uma temporada inteira. Ou será que consegue?

Tenho tanta vontade de ver o Pato brilhar que vou ficar com a segunda alternativa. Que sejam os 2 primeiros gols de uma verdadeira revolução na carreira, por que convenhamos, estamos precisando.

Aquele abraço, (quac)

Fábio Marques

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Até o início da décima quarta rodada o Botafogo estava ali, na beira da zona de rebaixamento, apenas três pontos a mais que o lanterna da competição. Até aí tudo normal, dos males o menor, a fase não é boa mas pelo menos não está na zona da degola.

O problema maior está quando olhamos os problemas fora de campo que o clube vem enfrentando, problemas financeiros sérios que podem ajudar e muito na má fase dentro de campo.

É até difícil dizer se a campanha não é boa apenas por que os salários dos jogadores estão atrasados (três meses de salários e seis meses de direitos de imagens – que são a maior quantia recebida pelos atletas), mas certamente esse elenco do Alvinegro não está entre os maiores candidatos ao rebaixamento. Contudo, todos que acompanham um pouquinho de futebol sabem que quando a crise alcança o bolso do jogador, o “bicho pega”.

Obviamente, todo trabalhador merece ser pago, e ninguém nesse mundo gosta de trabalhar sem receber nada em troca, e com jogadores não é diferente. Você até pode dizer: “Esses caras são uns mercenários, ganham muito dinheiro, não tem amor ao clube…”, mas isso é porque não é com você. Eles, ganhando muito ou não, tem contas à pagar, uma família para sustentar e merecem receber como eu e você.

O torcedor tem que entender de uma vez por todas que essa história de “amor ao clube” é praticamente uma lenda, e que o atleta com problemas extra campo tem sua performance muito afetada, e se a torcida do clube não entende isso, é capaz de atrapalhar mais do que ajudar.

A diretoria do Glorioso deve ter muito cuidado daqui pra frente, e saber que não pode fazer guerra com os jogadores através da imprensa. O departamento de futebol deve ser o interlocutor entre as partes nesse momento, sendo transparente e passando a realidade das circunstancias para os atletas. Principalmente quando surgem notícias de que apenas dois jogadores do elenco receberam um mês de salários atrasados, enquanto o resto terá de esperar até a semana seguinte. Como se não fosse o bastante, já surge a conversa que até o final do ano os jogadores só terão mais dois meses de salários da carteira pagos.

O momento financeiro do clube é muito delicado, a torcida é que o futebol escape dessa crise com o mínimo de cicatrizes possível. Quem sabe um jogo contra o Atlético-PR com portões fechados não ajude nesse momento, cabe ao time aproveitar o campo “neutro”.

Valeu galera,

Jorge Max Jr.

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Robinho está de volta ao Santos. Ele defendeu o time da baixada Santista entre 2002 e 2005, depois voltou em 2010. Ele chegou ao futebol de campo da base do Santos em 1996 e tem uma identificação muito grande com o time e sua torcida. Nas passagens anteriores, Robinho marcou 94 gols em 213 jogos, conquistou os Campeonatos Brasileiros de 2002 e 2004, Copa do Brasil e Campeonato Paulista em 2010.


Certamente Robinho tem a cara do Santos moderno, é veloz e driblador, não tem medo de marcação e nem de sofrer faltas. Na verdade creio que o futebol brasileiro carece um pouco de jogadores como ele. E não estou falando de pseudo Robinhos e Neymares que usam chuteira colorida, gel no cabelo e brincos enormes, que ciscam e caem no chão mais do que jogam.

Robinho representa o jogador alegre, que foge um pouco das características do futebol moderno, dos toques curtos, muita força física e aplicação tática. Não digo que isso não é importante, só digo que as vezes falta um pouco de improviso, um pouco de molecagem, um pouco de Robinho.

Falta ter jogadores com essência brasileira, que vão pra cima de marcadores, sem medo de chamar a responsabilidade. Robinho representa o futebol brasileiro que tem se perdido um pouco ao longo dos últimos anos.

Robinho vai reestrear no domingo contra o Corinthians. Que os bons ventos que o trouxeram, tragam também outros como ele e que ainda mais sejam inspirados a jogar um futebol verdadeiramente brasileiro, ousado, moleque, como Robinho.

Aquele abraço

Fabio Marques

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